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Sósia da ‘Chiquinha’ brasileira, Ana Cláudia Barrios, perde a vida aos 38 e comove fãs

Sósia da ‘Chiquinha’ brasileira, Ana Cláudia Barrios, perde a vida aos 38 e comove fãs

Ana Cláudia Barrios, conhecida popularmente como “Chiquinha de Taubaté”, morreu aos 38 anos em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada na última quarta-feira (17) pelo Instituto Visão Solidária (IVS), organização social da qual ela fazia parte e onde desenvolvia projetos voltados à comunidade do Vale do Paraíba.

Em nota divulgada nas redes sociais, o instituto lamentou profundamente a perda e destacou a importância do trabalho realizado por Ana Cláudia ao longo dos anos. A entidade ressaltou ainda o impacto positivo que ela teve em diversas ações sociais, além de expressar solidariedade aos familiares, amigos e colegas de atuação. Até o momento, a causa da morte não foi informada oficialmente.

A trajetória de Ana Cláudia ficou marcada principalmente pela personagem que a tornou conhecida na região: uma versão da icônica Chiquinha, do seriado mexicano “Chaves”. Com o visual característico — maria-chiquinhas no cabelo, roupas coloridas e o estilo irreverente — ela passou a participar de eventos comunitários, festas infantis, feiras culturais e campanhas beneficentes em diferentes cidades do Vale do Paraíba, como Taubaté, Caçapava e Pindamonhangaba.

Ao longo do tempo, sua presença se tornou bastante requisitada em atividades voltadas ao público infantil e também em ações solidárias. Muitas famílias reconheciam nela não apenas uma artista que animava eventos, mas alguém que ajudava a levar alegria em momentos simples e importantes da vida comunitária. Sua atuação acabou ultrapassando o entretenimento, criando um vínculo afetivo com o público local.

Além do trabalho como intérprete da personagem, Ana Cláudia também atuou nos bastidores da comunicação regional. Ela trabalhou como produtora na TV Cidade Taubaté, emissora comunitária conhecida por apoiar iniciativas culturais e sociais na cidade e região. Nesse espaço, participou da criação de programas e da divulgação de projetos voltados ao desenvolvimento social, fortalecendo ainda mais sua ligação com causas comunitárias.

Mais recentemente, ela havia se integrado ao Instituto Visão Solidária, onde exercia funções ligadas à coordenação de atividades sociais. No dia a dia, contribuía com a organização de ações voltadas a famílias em situação de vulnerabilidade, reforçando um trabalho que sempre esteve presente em sua trajetória profissional.

A notícia de sua morte gerou forte comoção em Taubaté e em outras cidades do Vale do Paraíba. Nas redes sociais, amigos, colegas de trabalho e admiradores prestaram homenagens, destacando sua alegria, dedicação e o carinho com que tratava todos ao seu redor. Muitos lembraram o impacto que ela teve especialmente em eventos infantis, onde sua presença era sinônimo de animação e proximidade com o público.

O velório aconteceu no Memorial Sagrada Família, em Taubaté, no mesmo dia em que o falecimento foi confirmado. O clima foi de muita emoção entre familiares e pessoas próximas, que se reuniram para prestar as últimas despedidas.

A história de Ana Cláudia Barrios, a “Chiquinha de Taubaté”, permanece ligada à memória afetiva de quem acompanhou seu trabalho. Seja nos palcos improvisados de festas, nos projetos sociais ou nos bastidores da comunicação local, ela deixou uma marca de dedicação e envolvimento com a comunidade.

 

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