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Globo para tudo e faz plantão urgente para noticiar surpreendente notícia sobre Bolsonaro

Globo para tudo e faz plantão urgente para noticiar surpreendente notícia sobre Bolsonaro

Saiba onde será transmitido o julgamento de Jair Bolsonaro, veja como acompanhar

Nos próximos dias, o noticiário político promete ser movimentado. O canal do Metrópoles no YouTube vai transmitir, a partir da terça-feira, 2 de setembro, um julgamento que já nasce histórico: a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar o processo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete nomes de peso da política e das Forças Armadas respondem por tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022.

Muita gente deve parar para acompanhar, afinal não é todo dia que um ex-chefe do Executivo e figuras de alto escalão aparecem juntos no banco dos réus. A expectativa é grande, e a cobertura promete ser intensa.

Datas e horários confirmados
O cronograma foi divulgado e está bem dividido, quase como uma maratona:

2/9 (terça-feira) – 9h às 12h e 14h às 19h
3/9 (quarta-feira) – 9h às 12h
9/9 (terça-feira) – 9h às 12h e 14h às 19h
10/9 (quarta-feira) – 9h às 12h
12/9 (sexta-feira) – 9h às 12h e 14h às 19h
Ou seja, são cinco dias de julgamento, com blocos de manhã e tarde, que vão se estender até metade de setembro. Quem acompanha política já pode anotar na agenda.

Como será a transmissão
A TV Metrópoles montou uma estrutura para não perder nenhum detalhe. Além de retransmitir os momentos oficiais exibidos pela TV Justiça, a cobertura terá análises, comentários e debates entre jornalistas.

Nos dias 2, 9 e 12 de setembro, a programação será a seguinte:

 

7h às 9h – Abertura com Natália André, Fábio Serapião e Gabriel Buss
9h às 12h – Início do julgamento; retransmissão da TV Justiça
12h às 14h – Intervalo com Rafaella Ramos e Igor Gadelha
14h às 19h – Julgamento (retransmissão TV Justiça)
19h às 21h – Encerramento com Neila Guimarães, Andreza Matais e Mario Sabino
Já nos dias 3 e 10 de setembro, o esquema será um pouco mais curto:

7h às 9h – Abertura com o mesmo trio de jornalistas
9h às 12h – Retransmissão TV Justiça
12h às 14h – Encerramento com Neila Guimarães, Andreza Matais e Mario Sabino
Ou seja, quem ligar cedo já terá bastidores, e quem ficar até o fim verá análises para além do que é dito dentro do tribunal.

Quem são os réus
Além de Bolsonaro, os outros sete nomes que vão encarar os ministros do STF são:

Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin)
Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça
Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa
Walter Braga Netto, ex-ministro e general da reserva (único que está preso até agora)
É praticamente uma lista de “quem é quem” da cúpula militar e política ligada ao ex-presidente.

Do que eles são acusados
Os crimes em debate não são leves. A Procuradoria-Geral da República aponta para:

tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
tentativa de golpe de Estado
participação em organização criminosa armada
dano qualificado
deterioração de patrimônio tombado
No caso de Ramagem, ele responde apenas por parte dessas acusações: organização criminosa, golpe e tentativa de abolição violenta da ordem democrática.

Esse julgamento não acontece em um vácuo. Ele chega num Brasil polarizado, onde cada notícia vira combustível para debates nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp da família. Basta abrir o X (antigo Twitter) para ver que o assunto já está entre os mais comentados.

Enquanto isso, os apoiadores de Bolsonaro tratam de dizer que é perseguição política, já os críticos falam em responsabilização necessária. O STF, por sua vez, terá pela frente não só os autos do processo, mas também a pressão de um público que acompanha cada voto como se fosse final de campeonato.

Seja qual for o desfecho, a transmissão vai mostrar mais que um julgamento: será um retrato de um país ainda tentando cicatrizar as feridas de 2022.

 

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