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Coube a Maju Coutinho trazer notícia sobre quadro clínico de Bolsonaro: ‘Ele está’

Coube a Maju Coutinho trazer notícia sobre quadro clínico de Bolsonaro: ‘Ele está’

No último domingo o Fantástico levou ao ar uma edição marcada por informações de peso. Maju Coutinho e Poliana Abritta dividiram a bancada do programa e acabaram trazendo à tona uma notícia que mexeu com o cenário político: o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo Maju, o ex-presidente esteve no hospital DF Star, em Brasília, onde passou por uma bateria de exames. O boletim médico divulgado não deixou dúvidas: Bolsonaro precisou retirar oito lesões de pele, apresentou um quadro de anemia, sendo submetido à reposição de ferro, além de ainda carregar resquícios de uma pneumonia por broncoaspiração. A informação rapidamente repercutiu nas redes sociais, como era de se esperar.

A movimentação logo cedo
Bolsonaro chegou ao hospital ainda pela manhã, por volta das 8h, e não estava sozinho. O comboio que o acompanhava incluía agentes da Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Penal e até equipes de Operações Especiais. Essa cena, claro, não passou despercebida. Alguns jornalistas que estavam de plantão no local chegaram a comparar a movimentação a um esquema de segurança digno de chefe de Estado em exercício.

A permanência no hospital se estendeu até pouco depois das 14h. Na saída, o ex-presidente apareceu ao lado de seu médico, Cláudio Birolini, que conversou com a imprensa. Bolsonaro, por sua vez, manteve o silêncio, com os braços cruzados e um curativo visível no pescoço. O gesto de não falar pode ter sido apenas cansaço ou cautela, mas abriu espaço para especulações, afinal, ele raramente perde a chance de soltar frases de efeito.

Procedimento considerado tranquilo
O próprio Birolini explicou que as lesões retiradas foram encaminhadas para biópsia, e que não houve complicações durante o procedimento. Em suas palavras: “A cirurgia correu bem, sem intercorrências. Tudo dentro do esperado”. Mesmo assim, não há como negar que a expectativa em torno dos resultados da biópsia gera apreensão tanto entre aliados quanto entre opositores.

Presença dos filhos e críticas internas
Outro ponto que chamou atenção foi a presença de Jair Renan, o filho mais novo do ex-presidente, que esteve ao lado do pai em praticamente todo o processo hospitalar. Já nas redes, o vereador Carlos Bolsonaro não poupou críticas ao aparato policial. Para ele, o número de agentes destacados foi um exagero e soou mais como uma tentativa de “humilhar” o pai do que de protegê-lo.

Essa observação abriu margem para debates mais amplos. Em tempos de polarização, qualquer detalhe vira combustível para discussões acaloradas. Alguns apoiadores concordaram com Carlos, acusando as autoridades de “teatro”. Outros, no entanto, lembraram que Bolsonaro ainda é uma figura pública com alto grau de exposição e que, por isso, o reforço de segurança seria compreensível.

Repercussão política e social
No meio de tudo isso, a saúde de Bolsonaro volta a ocupar espaço central no noticiário, justamente num momento em que o cenário político se mostra agitado. Não faz muito tempo, ele já havia passado por outros procedimentos médicos, e cada nova ida ao hospital reacende especulações sobre sua disposição para se manter ativo na política.

Vale lembrar que, mesmo fora do Planalto, Bolsonaro segue como uma liderança relevante, principalmente entre a base mais fiel. Sua condição física, portanto, não é apenas uma questão pessoal, mas algo que impacta diretamente o futuro do bolsonarismo e, por tabela, o jogo político nacional.

Enquanto isso, a população acompanha, ora com preocupação genuína, ora com ironia, cada atualização. Nas redes, piadas sobre a quantidade de internações se misturam a mensagens de apoio e a teorias de conspiração — o que, convenhamos, já virou quase rotina em torno da figura do ex-presidente.

 

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