Tetraplégica, ginasta Laís Souza fica de pé
PASSOS DE ESPERANÇA: Laís Souza emociona a web em pé durante reabilitação.
Uma imagem que vale mais que mil palavras! A nossa eterna ginasta Laís Souza compartilhou um registro poderoso de pé, com auxílio de suportes, em sua rotina de treinos. O momento acontece logo após um encontro marcante com a Dra. Tatiana Sampaio, pesquisadora da Polilaminina.
O que você precisa saber:
A Ciência em Foco: A Polilaminina é uma substância estudada para regeneração de lesões medulares. Embora os testes para casos crônicos ainda não tenham começado, a conexão entre atleta e ciência traz luz a novos caminhos. 🔬🧬
Resiliência Pura: Desde o acidente em 2014, Laís tem sido a voz e o rosto da luta por avanços na tetraplegia, compartilhando cada pequena e grande vitória.
Expectativa: O encontro reacendeu a chama da esperança em milhares de pessoas que acompanham a evolução das terapias regenerativas.
Laís continua nos ensinando que o limite é um horizonte que a ciência e a força de vontade buscam alcança
Há 11 anos paralisada do pescoço para baixo após um acidente, a ginasta segue determinada a recuperar os movimentos. Laís Souza, de 36 anos, testou um exoesqueleto, ficou de pé, fez movimentos, sorriu muito e mostrou que a reabilitação é um sonho possível.
A atleta ficou tetraplégica, em 2014, quando estava nos Estados Unidos e esquiava, fraturando a vértebra C3. Desde então, ela se submete a cirurgias e muito tratamento. A fisioterapia é para ela, imprescindível.
“Ao me ver caminhando foi como tornar um sonho distante ainda mais real e forte. Cada passo me lembra o quanto sou capaz e o poder da perseverança”, confidenciou a ginasta nas redes sociais. “Não vou parar até alcançar tudo o que ainda sonho.”
O exoesqueleto e o treino
O exoesqueleto robótico é um dispositivo que pode ajudar pessoas com tetraplegia a se moverem. Com o uso da tecnologia, o equipamento consegue reagir aos impulsos cerebrais de quem está com ele e faz a transformação em movimentos.
A máquina é capaz de transformar as ondas cerebrais em comandos que controlam o exoesqueleto, que atua como suporte para que o paciente fique de pé e se movimente.
Animadíssima, Laís vibrou com cada reação do corpo dela ao usar o exoesqueleto. “Voltar a andar faz parte da minha luta e, com esse aparelho, pude relembrar como é movimentar minhas pernas, sentir o peso do corpo sobre meus pés e a pressão da sola no chão”, disse.



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