×

Viva? Homem que encontrou passaporte de Eliza Samudio faz forte pronunciamento

Viva? Homem que encontrou passaporte de Eliza Samudio faz forte pronunciamento

Uma nova polêmica voltou a mexer com a internet nesta segunda-feira (5/1) e, mais uma vez, o nome de Eliza Samudio entrou nos assuntos mais comentados do dia. Mais de 15 anos depois de sua morte, um homem afirmou ter encontrado um passaporte que pertenceria à modelo em uma casa em Portugal. A revelação caiu como uma bomba nas redes sociais e reacendeu teorias, dúvidas e até esperanças que muitos acreditavam estar enterradas junto com um dos crimes mais chocantes do país.

Segundo o relato, o documento teria sido achado no fim de 2025, dentro de uma estante cheia de livros, em uma casa alugada em território português. O imóvel, de acordo com ele, era dividido com familiares e mais duas pessoas. O caso veio à tona após entrevista ao portal LeoDias, conhecido por divulgar bastidores e histórias que rapidamente viralizam.

O homem, que preferiu não revelar sua identidade, disse que ficou surpreso ao encontrar o passaporte e, num primeiro momento, achou que fosse algum tipo de engano. Só depois, ao conferir o nome e os dados, percebeu que se tratava de Eliza Samudio, assassinada em 2010 no caso que levou o goleiro Bruno à condenação. Até hoje, o corpo da modelo nunca foi encontrado, o que sempre alimentou teorias paralelas e debates acalorados.

Em entrevista, ele afirmou que o documento poderia representar uma “esperança” para a família. “Olha, eu tenho família, imagino o impacto que isso pode causar. É um caso sem corpo, então quando aparece um passaporte, dá margem pra pensar que talvez ela esteja viva, talvez morando na Europa”, declarou. A fala dividiu opiniões: enquanto alguns enxergaram apenas especulação, outros passaram a questionar tudo novamente.

Um detalhe importante chamou a atenção de quem analisou as informações com mais calma. O passaporte encontrado possui apenas uma marcação de entrada, datada de 5 de maio de 2007, ou seja, três anos antes da morte de Eliza. Não há registro de saída do país no documento. Especialistas e internautas mais atentos lembraram que isso, por si só, não comprova nada, mas o mistério permanece.

Mesmo assim, o homem foi além e levantou teorias que rapidamente ganharam força em grupos de WhatsApp e comentários nas redes. “Pessoas foram condenadas sem corpo. Não tô defendendo ninguém aqui, mas agora aparece o passaporte original. Já ouvi falar que ela estaria na Europa. Com esse documento, as autoridades vão saber o que fazer”, disse. Para muitos, o discurso soou como combustível para uma narrativa que já circula há anos, mesmo sem provas concretas.

Até o fechamento desta matéria, a família de Eliza Samudio não havia se manifestado publicamente. O silêncio, como sempre acontece nesses casos, acabou gerando ainda mais especulações. Já o Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou que o passaporte foi entregue às autoridades. Em nota oficial, informou que o documento foi comunicado ao Itamaraty, em Brasília, e que agora aguarda orientações sobre os próximos passos.

O caso acontece em um momento em que histórias antigas têm voltado à tona com força nas redes sociais, impulsionadas por vídeos curtos, podcasts de true crime e investigações feitas por internautas. Basta uma peça nova, mesmo pequena, para reacender debates que pareciam encerrados. No caso de Eliza, a ausência do corpo sempre deixou uma ferida aberta.

Se o passaporte vai trazer respostas ou apenas mais perguntas, ainda é cedo pra dizer. O que se sabe é que, tantos anos depois, o nome de Eliza Samudio continua provocando comoção, dúvidas e discussões. E, mais uma vez, a internet mostra que certos capítulos da história brasileira ainda estão longe de um ponto final.

Publicar comentário