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Gilmar Mendes aponta o dedo para Mendonça e o chama de… Ver mais

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Gilmar Mendes sobe o tom contra Mendonça no STF e dispara: “boneco eleitoral”

O embate gerou forte troca de acusações no plenário, com alegações de viés político-eleitoral e questionamentos sobre a ética do processo.

Durante o debate, Gilmar Mendes afirmou que “até a máfia tem ética” e declarou que “é preciso ter decência” na condução dos trabalhos. A fala motivou uma reação imediata de André Mendonça, que rebateu as críticas e exigiu respeito.

O bate-boca no plenário entre é Gilmar Mendes e Mendonça STF
A discussão começou quando Gilmar Mendes questionou o critério de distribuição dos processos e a atuação dos investigadores dentro da Corte.

A pergunta não é saber se esse ou aquele ministro deve ser investigado. A pergunta é se continuaremos a admitir que o rigor da persecução penal seja distribuído conforme a identidade do investigador”, declarou o decano.

Na sequência, Gilmar subiu o tom das críticas sobre o andamento do caso nos autos: “Há um inequívoco viés político eleitoral na forma como o tema foi conduzido nos autos.”

ossa Excelência está sendo leviano, ministro”, declarou Mendonça.

Troca de acusações e menção ao 7 de Setembro
Ao ser interrompido, Gilmar Mendes respondeu de forma dura ao colega de bancada:

“Vossa Excelência não tem a palavra. Vai escutar com tranquilidade. Evidente condução político-eleitoral a escolha do 7 de Setembro. Isso não se faz, pessoas decentes não fazem isso.”

Mendonça voltou a se manifestar contra a atitude do decano: “Não aponte o dedo para mim, ministro Gilmar. Não está falando com qualquer um”, respondeu Mendonça.

Na continuidade de sua manifestação, Gilmar Mendes levantou suspeitas sobre o vazamento de informações sigilosas relacionadas aos processos.

“Quem é o vazador geral da República? É a Polícia Federal? Interessante que nos nossos gabinetes, ministro Fux, não se vaza nada”, afirmou Gilmar.

Diante dos questionamentos sobre o vazamento de dados, o ministro Luiz Edson Fachin esclareceu durante a sessão que todos os eventuais vazamentos já estão sendo devidamente investigados pela Corte.

O embate gerou forte troca de acusações no plenário, com alegações de viés político-eleitoral e questionamentos sobre a ética do processo.

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Durante o debate, Gilmar Mendes afirmou que “até a máfia tem ética” e declarou que “é preciso ter decência” na condução dos trabalhos. A fala motivou uma reação imediata de André Mendonça, que rebateu as críticas e exigiu respeito.

Na sequência, Gilmar subiu o tom das críticas sobre o andamento do caso nos autos: “Há um inequívoco viés político eleitoral na forma como o tema foi conduzido nos autos.”

“Vossa Excelência está sendo leviano, ministro”, declarou Mendonça.

Troca de acusações e menção ao 7 de Setembro
Ao ser interrompido, Gilmar Mendes respondeu de forma dura ao colega de bancada:

“Vossa Excelência não tem a palavra. Vai escutar com tranquilidade. Evidente condução político-eleitoral a escolha do 7 de Setembro. Isso não se faz, pessoas decentes não fazem isso.”

Antes de encerrar sua manifestação, Gilmar Mendes reiterou que a condução de matérias sensíveis não pode ser pautada de maneira individual, principalmente no período de eleições.

“A deliberação do Tribunal sobre matéria da tamanha gravidade não pode ocorrer nos termos ditados por alguém que tem desprezado qualquer senso de colegialidade, muito menos em pleno ciclo eleitoral”, concluiu o ministro.

Gilmar Mendes sobe o tom contra Mendonça no STF e dispara: “boneco eleitoral”

 

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